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Ricardo AmaralInformation Security Analyst (www.ricardosecurity.com) August 07 Estudo aponta as 10 principais vulnerabilidades em aplicações webUm estudo realizado pela Batori, empresa especializada em segurança da informação, constatou que grande parte das vulnerabilidades está concentrada hoje em aplicações web, notadamente na estrutura de banco de dados e na arquitetura dos programas.
Além disso, a análise descobriu que grande parte dessas brechas não é detectada por ferramentas como scanners e analisadores de códigos e, quando analisados, não têm a devida eficácia. Falhas desta natureza somente são identificadas e reparadas por profissionais experientes. Então os hackers se aproveitam dessas vulnerabilidades, que geram brechas, para invadir os sistemas, diz o estudo.
Para alertar o mercado sobre o problema, a Batori realizou um levantamento e listou um ranking com os dez principais tipos de ataques baseados em vulnerabilidades nas aplicações web, que respondem por 89% dos casos:
1) Cross-site scripting (XSS) – Técnica de ataque que representa 13% das ocorrências. Ela permite executar scripts maliciosos no navegador do usuário da aplicação vulnerável.
2) Manipulação de dados ocultos – Ela responde, também, por 13% das ocorrências. A aplicação vulnerável permite acesso indevido quando dados ocultos são manipulados indevidamente.
3) Falha ao restringir acesso a URL ou funcionalidade – Essa vulnerabilidade, que ocorre porque a aplicação não restringe adequadamente suas áreas restritas, representa 11% das ocorrências.
4) Tratamento indevido de erro, revelação de informações sensíveis – A aplicação revela informações sensíveis através de uso não esperado. Responde por 9% das ocorrências.
5) Armazenamento inseguro de criptografia – Esse tipo de brecha, que representa 9% das ocorrências, expõe dados sensíveis, que deveriam ser armazenados de forma criptografada e estão em texto livre ou com criptografia inadequada.
6) Comunicação insegura – Vulnerabilidade responsável por 8% das ocorrências. A aplicação trafega dados sensíveis através de canais não-seguros.
7) Falha da especificação de requisitos – Deficiência que representa 8% das ocorrências. Os controles de segurança, que deveriam existir, não existem devido à falha na especificação.
8) Injeção de comandos – Técnica de ataque responsável por 8% das ocorrências e que explora injeção de comandos através de aplicação para serem processados por outros sistemas ou camadas. Por exemplo: SQL Injection, SMTP Injection, HTML Injection etc.
9) Processo inadequado de cadastro de usuários – Procedimento que causa 5% das ocorrências. O cadastro de usuário deve respeitar algumas recomendações de segurança, que se não forem seguidas podem expor a aplicação a diversos incidentes.
10) Quebra de autenticação e gerenciamento de sessão – Responsável por 5% das ocorrências, as aplicações vulneráveis permitem burlar o processo de autenticação através de gestão fraca de sessão ou procedimentos inseguros.
Outras vulnerabilidades respondem por 11% das ocorrências. July 18 Segurança baseada em cloud computing vai triplicar até 2013A importância de serviços antimalware e antispam por correio eletrônico ou mensagens instantâneas vai crescer e representar 60% do mercado de segurança. A quantidade de aplicações de segurança para serviços como os baseados no modelo de cloud computing se multiplicará por três até 2013, segundo o Gartner. Outros estudos da empresa mostram ainda que o uso
de e-mail por cloud computing vai subir 12% até 2012 e que o impacto
do cloud computing é semelhante ao do e-business. A consultoria assegura que 20% dos investimentos em ferramentas de segurança
para mensagens, como os serviços antimalware e antispam para correio eletrônico
ou mensagens instantâneas, estão atualmente seguindo um novo modelo, muito
similar ao do software como serviço (SaaS). Sua importância irá crescer até
representar 60% de mercado, de acordo com as previsões do Gartner. June 25 Golpe do B.O. ameaça internauta com falsas denúnciasEm mais uma tentativa de tirar vantagens dos internautas, hackers passaram a divulgar mensagens escritas falsamente no nome de um investigador de polícia. No texto, ele diz ter um boletim de ocorrência (B.O.) com informações sobre a pessoa que recebe a mensagem. Quando clica para visualizar o conteúdo desse documento, o usuário pode infectar seu computador com uma praga que rouba informações. A Secretaria de Segurança Pública informou, via assessoria de imprensa, que não envia Boletins de Ocorrência via internet.
Mensagem dos golpistas contém muitos erros de português. (Foto: Reprodução)
Phishing
Uma das principais estratégias colocadas em prática por hackers atualmente é criar sites infectados, que fazem parte de um golpe conhecido como phishing scam. Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL610995-6174,00.html June 13 IBM lança centro mundial de segurança no BrasilA IBM lança, hoje, um centro mundial de segurança no Brasil (SOC, da sigla em inglês) em Hortolândia, no interior de São Paulo. Na sua inauguração, o centro vai contar com sete funcionários, mas a intenção da empresa é dobrar a quantidade de empregados no SOC até o final do ano. Além do centro brasileiro, a IBM possui outras sete unidades de SOC espalhadas pelo mundo. De acordo com Rogério Moraes, diretor da divisão IBM ISS no Brasil (o executivo era o diretor geral da ISS Brasil antes da aquisição pela IBM por 1,3 bilhão de dólares), os planos para lançar um centro mundial de segurança no Brasil já têm vários anos. “Já tínhamos visto na ISS a necessidade de centro para o mercado brasileiro. Aqui, a segurança é muito avançada, tanto nos profissionais quanto em práticas como phishing e trojans bancários”, disse em entrevista por telefone. Moraes destaca que, com o SOC, foram conquistados cinco novos clientes em terceirização de segurança. “Todas as empresas eram de médio a grande porte”, afirmou, sem dar outros detalhes. “Temos 80 clientes de terceirização na América Latina. Com o centro, vamos dobrar esse número”, garantiu Modelo matemático permite isolar máquinas infectadas por wormsUm grupo de pesquisadores Universidade do Estado de Ohio criou uma estratégia para combater os worms, isolando as máquinas infectadas. Para interromper a infecção antes que os worms provoquem muitos danos, os pesquisadores criaram um modelo matemático para avaliar a proliferação. |
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